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Curiosidade: É impossível espirrar de olhos abertos.

 

Você já se perguntou o motivo de fecharmos os olhos cada vez que espirramos? De acordo com o site Life’s Little Mysteries, muita gente se faz essa mesma pergunta, e a resposta continua sendo um tema de debate para a Medicina.

Segundo o site, o espirro ajuda a proteger as passagens do nariz, expulsando partículas estranhas através de um poderoso jato de ar proveniente dos pulmões, que viaja a mais de 160 quilômetros por hora. Entretanto, esse reflexo envolve inúmeras ações, sendo todas elas controladas pelo nosso cérebro.

Saúde!

Quando o cérebro recebe o estímulo, ele envia sinais para que a musculatura do esôfago e do esfíncter se contraia — imagine os acidentes! —, além de enviar sinais para diversos músculos e nervos da face. E é aqui que a conexão entre o movimento das pálpebras e o espirro entra em cena. Os nervos relacionados aos olhos e ao nariz se encontram muito próximos, e geralmente respondem quando um ou outro órgão é estimulado.

Além disso, embora não se saiba exatamente por que é que fechamos os olhos ao espirrar, os especialistas também acreditam que esse reflexo sirva para proteger nossos órgãos da visão, já que o ar que vai dos pulmões ao nariz poderia aumentar a pressão ocular e acabar nos machucando. De qualquer forma, conforme apontou o site, o espirro é o único reflexo que faz com que pessoas completamente estranhas nos desejem “saúde”!

 

Fonte: Life’s Little Mysteries

 
 
Universidade Federal de Goiás próxima de cura para cegueira

 

Tratamento à base de células-tronco deverá ser realizado em humanos dentro de quatro meses 

Um projeto que antes parecia um anúncio miraculoso, hoje cria forma. Pesquisadoras do Centro de Referência de Oftalmologia (Cerof) da Universidade Federal de Goiás (UFG), juntamente com a Universidade de Harvard, desenvolveram um tratamento que pode curar a cegueira.

O desafio é a obtenção de uma célula que se desenvolva dentro do olho e faça a reparação dos tecidos lesados. “Para recuperar a visão é feita uma microcirurgia para implantar células-tronco embaixo da retina degenerada. Depois de implantada, esse tipo célula consegue se proliferar e fazer uma espécie de simbiose com aquelas que estão danificadas. A partir daí se cria um novo conjunto de células que faz com que a pessoa volte a enxergar”, explica o pesquisador e professor titular de oftalmologia da UFG, Dr. Marcos Ávila. “É um avanço para a medicina. Convivemos diariamente com pacientes que sofrem desse mal e como ser humano fico muito contente de poder contribuir para esse processo”, completa.

O estudo começou em 2011 a pedido da Shepens Eye Research Institute, que integra a Universidade de Harvard em Boston, nos Estados Unidos. Os cientistas queriam testes em um lugar com clima tropical e escolheram a UFG para desenvolver a parceria. Os testes foram efetuados primeiramente em animais. “Fizemos o procedimento em porcos. Os olhos foram analisados em microscópios de alta resolução em vários métodos e o resultado é bastante animador”, conta Àvila.

Tão animador que o estudo foi levado para o Food and Drug Administration (FDA), uma espécie de Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) dos EUA. A UFG espera agora o aval da FDA para realizar um outro projeto de pesquisa, mas agora em humanos. “Esperamos que essa autorização ocorra nos próximos quatro meses”, relata o pesquisador.

No entanto, o pesquisador da UFG Prof. Dr. Marcos Ávila acredita que o processo de cura para alguns tipos de cegueira pode demorar um pouco mais. “Acreditamos que nas doenças hereditárias a aceitação será mais rápida, mas em um patamar pouco acima das demais”, pontua.

Tipos de cegueira
Dois tipos de cegueira poderão ser beneficiados pelo tratamento.

A primeira é aquela causada por doenças hereditárias, quando as pessoas nascem com o gene da cegueira. Em 2012 cientistas dos Estados Unidos conseguiram identificar o gene que pode levar à cegueira definitiva.

Outro tipo comum da cegueira, denominada degeneração macular, relacionada à idade, também será o alvo do estudo.

 

 

Fonte: Jornal O Popular

 
 
Especial Dia das Crianças - Saiba mais sobre a Oftalmopediatria

 

Outubro é o mês das crianças e é importante lembrar que, os cuidados com a visão devem começar desde os primeiros anos de nossa vida. Por isso a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica indica exames criteriosos a cada 6 meses, nos dois primeiros anos de vida. Passada essa fase, a consulta com o oftalmologista deve ser regular, de preferência uma vez ao ano.

Os olhos de uma criança são diferentes dos olhos de um adulto, por isso as causas da cegueira infantil e, consequentemente, as medidas adotadas para a sua prevenção, devem ser diferenciadas. O sistema visual de uma criança é imaturo ao nascer, para que o seu desenvolvimento aconteça, todo e qualquer problema deve ser corrigido precocemente. As doenças oculares na infância devem ser tratadas por profissionais treinados e especializados.
A área da oftalmologia que cuida da saúde ocular de crianças é a oftalmopediatria, responsável pelo diagnóstico e tratamento de uma variedade de alterações oculares. 

É bom termos em mente que logo após o nascimento, os pais devem procurar um profissional da área para realizar o Teste do Olhinho, exame consiste em avaliar o reflexo-vermelho e mapear a retina com o intuito de prevenir e tratar doenças, como a catarata, o glaucoma, bem como a ambliopia, o estrabismo, os erros refracionais e o retinoblastoma, doenças que podem levar à cegueira se não tratadas imediatamente.

Uma criança quando tem o acompanhamento de um oftalmopediatra, possui maiores chances de prevenir doenças, por isso é importante procurar um profissional de confiança para o acompanhamento da saúde ocular.

 

Fonte: Portal HOSP

Diagnóstico precoce do glaucoma ajuda no controle da doença

 

Cerca de 2% da população mundial apresenta glaucoma e a prevalência aumenta com a idade, principalmente por volta dos 70 e 80 anos. O glaucoma causa deficiência na visão periférica, que aumenta até acometer todo o olho, se não tratado.

O problema do glaucoma é o diagnóstico tardio. Como é uma doença de progressão lenta, as pessoas acabam procurando auxílio apenas em estágios já avançados. A recomendação é que seja feito o exame oftalmológico anualmente, principalmente a partir dos 40 anos.

Entre os exames estão o de miopia, de fundo de olho, pressão intraocular e estruturas anteriores do olho. Não há nada que possa prevenir o glaucoma, apenas o controle para que a progressão seja desacelerada.

Além do diagnóstico precoce, a atividade física também faz bem para os olhos. Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo mostrou que o exercício pode ser uma das prevenções contra o glaucoma.

A pressão dentro do olho é o principal fator de risco para desenvolver o glaucoma. A doença causa elevação da pressão intraocular, lesões no nervo ótico e compromete a visão. Os exercícios aliviam essa pressão e as dores nos olhos.

Fonte: G1 

 

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